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Centro Educacional
Indaiá
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Conta-se
que esta comunidade surgiu no ano de 1917, o nome originou-se
Indaiá por causa de uma palmeira denominada Indaiá, no entanto
antes, este lugar era conhecido como Rio Baixo.
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Relata-se
que através da propaganda do próprio governo e de pessoas que
residiam no Cerro Negro-Ituporanga, o Sr. João Longen e Bernardo
Tenfen foram a Capivari e convidaram seus conterrâneos para que
viessem e pudessem colonizar as terras daqui. O Sr. Ervim Krause,
chegou nesta comunidade e ficou por um determinado período, então
mais tarde fixou residência.
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No
ano de 1918 chegaram no Indaiá a procura de terras mais férteis
e planas os senhores José Rohling e Henrique Willemamm que vieram
de Capivari, pois as terras de lá não eram tão boas como as daqui.
As famílias pioneiras da comunidade do Indaiá são: Rohling, Willemamm,
Krause, Junkes, Tenfen, Marthendal, Kuhnen, Longen, Haveroth,
Mafra, Momm, Lückmann, Klettemberg, Schmitz, Manrich, Hilhesheim,
Bauer. Estas famílias vieram de Capivari, Braço do Norte, Rio
Fortuna, Santo Amaro. Não havia estradas, atravessando as matas,
nossos pioneiros vinham carregando quase tudo nas costas e em
cargueiros, suas coisas para aqui levantarem seus barracos. Abrindo
picadas e trilhos, foram chegando e fazendo suas roças. Seus ranchos
feitos de rachão e cobertos de tabuinhas feitas a machado, cobertos
de folhas de coqueiros.
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Tudo
era difícil, o sofrimento fazia parte do dia-a-dia, mas o amor
pela família e o trabalho unido superava todas as dificuldades.
A comunidade crescia devagarzinho construíam aqui várias: farinheiras,
engenhos de açúcar, serrarias, alambiques, piladores de arroz,
tafonas, olarias e outros meios de trabalho.
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A
fé cristã estava presente neste povo, os encontros religiosos
eram feitos na casa do Sr. José Klettenberg. Passados vários anos,
com o aumento das famílias houve a necessidade de iniciar a construção
de uma igreja no ano de 1935, que só foi terminada e inaugurada
em 1938, recebendo o nome de Capela de Santa Izabel, uma homenagem
a Santa Izabel da Hungria. O primeiro padre a vir para a comunidade
foi o padre Augusto Schwirling.
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Aproximadamente
no ano de 1923 foi construída uma escola de pau roliço, fechada
com pranchas farquejadas e usavam para escrever pedra lousa, e
o lápis era giz de pedras. O primeiro professor da localidade
de Indaiá foi Franz Bauer, que lecionou as primeiras aulas na
casa onde eram rezados os cultos na época. O segundo professor
foi o jovem José Lückmann, sua formação era apenas religiosa,
pois se tratava de um ex-seminarista, sendo também o capelão que
fazia a liturgia em Português, devido ao forte regime implantado
no país.
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A
partir de 1937, Getúlio Vargas que não demonstrava interesse em
deixar o poder, outorga uma nova constituição, fecha o Congresso
Nacional, suspende a organização de um processo eleitoral que
se iniciaria e impõe uma ditadura ao país.
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Durante
o período ditatorial do Estado Novo (1937-1945) novas reformas
educacionais são concretizadas pelo ministro Gustavo Capanema,
através das Leis Orgânicas do Ensino. Todos esses acontecimentos
tiveram grande repercussão em todo o país, inclusive na escola
da comunidade do Indaiá. Mais tarde construiu-se uma escola de
tijolos.
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Foi nessa época também que aconteceu muitas
transformações no ensino, embora o estado tenha retirado de suas
responsabilidades o cuidado com a educação através da sugestão
da liberdade da iniciativa privada, é visto a expansão significativa
das escolas nesse período. Nessa ocasião o Município de Petrolândia
pertencia a Ituporanga, com a denominação Perimbó. No início a
escola era mantida pela comunidade, mais tarde pelo estado e hoje
pelo Município.
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As
aulas nessa época eram ministradas por um caráter muito tradicional
e autoritário, onde o professor era o detentor do conhecimento,
e os alunos teriam que obedecer, do contrário eram severamente
castigados. O professor era o líder e a autoridade máxima, sendo
consultado em todas as decisões a serem tomadas na comunidade.
Foram muitos os professores da escola do Indaiá:
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PADRE
FRANZ BAUER, JOSÉ LÜCKMANN, MARIA BERNADETE R. WILLEMANN, ADELORA
LIMA GERENT, ERENY LONGEN, ANA MAFRA PICKLER, VALMIRA SALETE BECKER,
IVANIR PEREIRA KLETTENBERG, TÂNIA MARGARETE WELTER, ALBERTINA
J. PIRES, MARIZA DE SOUZA, IONICE LESSA, VERA LÚCIA GOEDERT, ELIANE
WEBER, GILSON MARQUES CUNHA, LUCIANA H. CALBUSCH, ROSÂNGELA WELTER,
ADRIANA LOPES, APOLÔNIA RECH, ROSMÉRI DE SOUZA, MARIZA PEIXE MACHADO,
ELIZABETH SENS NIENKOTTER, AUGUSTINHO GARCIA,MARLEIDE BRITO WEIRICH,
SOLANGE SCHAPPO, MÉRI O.P. PETERSEN, SALETE TORQUATO, ANA CLÁUDIA
MELO, CATIANE HENN, VERA BRUCH, ESTÉR MARIAM todos esses professores
com exceção dos atuais, eram formados somente no magistério, sem
formação de nível superior.
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A escola quando criada
recebeu o nome de Escola Mista Estadual, desdobrando de Indaiá,
depois passou a chamar-se E.I.de indaiá, após a nucleação E.M.
Indaiá e hoje tem a denominação de Centro Educacional Indaiá.
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PROJETO
DE POLARIZAÇÃO DE ESCOLAS
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Em
1993 a Secretaria Municipal de Educação, gerenciava 22
unidades Escolares, sendo:
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12
municipalizadas
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10
municipais
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07
pré-escolares
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Com
o objetivo de melhorar a qualidade de ensino nas Unidades Escolares,
gerenciadas pela Secretaria Municipal de Educação, começaram-se
estudos sobre a junção das escolas.
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1994-
Iniciou-se a primeira experiência trazendo a E. I Aloízio Klettenberg,
da comunidade da Tifa Tenfen, para a escola Isolada de Indaiá,
pois essa unidade escolar, tinha um número reduzido de alunos
(06), oferecendo a comunidade: transporte escolar, possibilidade
das crianças de 03 a 06 anos freqüentar a Pré-Escola, e em vez
de quatro séries juntas, apenas duas séries por sala.
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Em
1995 -Continuou o trabalho de conscientização e dentro das
possibilidades de transporte e espaço físico, ir agrupando mais
unidades escolares, foi então que se fez a segunda experiência:
trazendo o Pré-Escolar do Rio Maracujá para o Pré-Escolar Estrelinha
do Alto, na localidade do Alto Barra Nova. Também se projetou
o trabalho que seria realizado em 1996: de agrupar mais 08 unidades
Escolares, e o processo começou através dos professores e depois
com as comunidades. Resultado: das 08 unidades para serem polarizadas
apenas uma não aceitou a polarização.
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Em
1995 - Iniciou-se o ano retomando o projeto e também o nome
polarização passou a ser nucleação, devido a Secretaria do estado
da Educação Utilizar este nome para a Unificação das Unidades
Escolares. As dificuldades encontradas até aqui foram:
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Receio por parte das comunidades;
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Transporte escolar;
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Espaço físico;
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VANTAGENS:
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Melhoria da qualidade de ensino;
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Séries unisseriadas;
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Professor voltado mais diretamente para o aluno;
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Número adequado de alunos por turma;
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"
Economia
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Merendeira
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Zeladora
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"
Escolas mais bem equipadas;
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"
Acompanhamento pedagógico freqüente aos alunos e professores;
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Nutricionista;
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Fonoaudióloga;
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Odontólogo;
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"
Médico.
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NÚCLEOS:
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Escola
Reunida Maria Safira da Silveira
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Escola
Isolada Indaiá
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Escola
Isolada Alto Barra Nova
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-Também
havia as escolas do estado:
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Colégio
Estadual Hermes Fontes
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Escola
Básica Prefeito Frederico Probst.
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Em
1998 tínhamos em Petrolândia 4 núcleos de ensino fundamental :
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1-
Na Comunidade de Barra Nova
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1-
Na Comunidade de Indaiá
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1-
Na Comunidade do Alto Barra Nova
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4.-
Escola Municipal Perimbó ( centro)
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Em
1997, a nucleação continuou, vindo para a Escola Municipal
Indaiá, os alunos das escolas: E.I. Alto Indaiá e E.I. Alto Três
Barras funcionando com: 04 turmas de 1ª a 4ª série, um professor
para cada turma, e professores de Ed. Física e Artes, e também
uma turma de Pré-Escolar e Jardim com crianças de 02 a 06 anos.
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Nos
dias atuais em 2009 nossa escola passou a ser denominada de Centro
Educacional Indaiá e funciona na sua totalidade. Com 06 turmas,
incluindo uma turma de Pré-escolar e uma turma de jardim.
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Os
professores que atualmente trabalham na escola são: Marlene O.
P. Willemann, Simoni Krause Klauberg,Adriana Nienkoter de Frein
, Marina dos Passos Hoffmann, Márcia dos Passos krause, Célio
Hammes (Prof° de Ed. Física), Andréia de Oliveira Willemann (Profª
Artes), Dispõe também do serviço de uma Merendeira (Marciane Bruch)
e uma auxiliar de Serviços Gerais ( Luciana Francisco).
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Enfim,
os profissionais deste Estabelecimento de Ensino, bem como toda
a comunidade escolar, trabalham de forma harmoniosa, com responsabilidade
e dedicação, com um único objetivo de: Proporcionar que o aluno
chegue ao conhecimento pleno.
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